ELETRICITÁRIOS DO SISTEMA ELETROBRAS FARÃO GREVE PELA PLR A PARTIR DE 1 DE JUNHO

luta plrSe não houver melhora na proposta de Participação nos Lucros e Resultados – PLR apresentada pela Eletrobras, os eletricitários das empresas ligadas ao sistema, entre elas Furnas e Eletrosul, na Região Sul, entrarão em paralização por tempo indeterminado a partir do dia 1 de junho. As negociações estão emperradas porque a proposta apresentada pela holding na última reunião de negociação, acontecida em 21 de maio, é considerada indecente e desrespeitosa pelo Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE e pelas assembleias de trabalhadores.

A proposta da empresa foi o pagamento de 70% de uma remuneração, o que significa apenas 35% do que os trabalhadores reivindicam. Para o Coletivo Nacional dos Eletricitários e a Federação Nacional dos Urbanitários – FNU, que representam a categoria, a proposta mostra o descompasso da atual direção da Eletrobras, que deveria sair do conforto dos escritórios e reconhecer a importância dos trabalhadores na gestão e no futuro do sistema elétrico ligado a holding.

A Eletrobras tem alegado dificuldades financeiras, argumento que a categoria rechaça, porque os trabalhadores conhecem os resultados operacionais e sabem que são positivos. Não aceitam que problemas de gestão recaiam sobre eles. O Coletivo Nacional dos Eletricitários e a FNU estão realizando uma frente de conversas e articulação junto ao governo federal, ao Ministério de Minas e Energia e aos deputados e senadores, esclarecendo, argumentando e mobilizando em favor da melhoria da proposta da Eletrobras.

Os eletricitários ligados ao sistema veem na paralização a partir do dia 1 de junho uma forma de sensibilizar e pressionar em favor melhorias na proposta de PLR. Consideram que se abaixarem a cabeça agora, estarão permitindo um rebaixamento nas expectativas de negociação da PLR em todos os anos futuros.

Os sindicatos do Coletivo Sindical da Copel estão solidários a essa mobilização e chamam atenção dos copelianos para que acompanhem e se solidarizem também.

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ELETRICITÁRIOS DO SISTEMA ELETROBRAS FARÃO GREVE PELA PLR A PARTIR DE 1 DE JUNHO

luta plrSe não houver melhora na proposta de Participação nos Lucros e Resultados – PLR apresentada pela Eletrobras, os eletricitários das empresas ligadas ao sistema, entre elas Furnas e Eletrosul, na Região Sul, entrarão em paralização por tempo indeterminado a partir do dia 1 de junho. As negociações estão emperradas porque a proposta apresentada pela holding na última reunião de negociação, acontecida em 21 de maio, é considerada indecente e desrespeitosa pelo Coletivo Nacional dos Eletricitários – CNE e pelas assembleias de trabalhadores.

A proposta da empresa foi o pagamento de 70% de uma remuneração, o que significa apenas 35% do que os trabalhadores reivindicam. Para o Coletivo Nacional dos Eletricitários e a Federação Nacional dos Urbanitários – FNU, que representam a categoria, a proposta mostra o descompasso da atual direção da Eletrobras, que deveria sair do conforto dos escritórios e reconhecer a importância dos trabalhadores na gestão e no futuro do sistema elétrico ligado a holding.

A Eletrobras tem alegado dificuldades financeiras, argumento que a categoria rechaça, porque os trabalhadores conhecem os resultados operacionais e sabem que são positivos. Não aceitam que problemas de gestão recaiam sobre eles. O Coletivo Nacional dos Eletricitários e a FNU estão realizando uma frente de conversas e articulação junto ao governo federal, ao Ministério de Minas e Energia e aos deputados e senadores, esclarecendo, argumentando e mobilizando em favor da melhoria da proposta da Eletrobras.

Os eletricitários ligados ao sistema veem na paralização a partir do dia 1 de junho uma forma de sensibilizar e pressionar em favor melhorias na proposta de PLR. Consideram que se abaixarem a cabeça agora, estarão permitindo um rebaixamento nas expectativas de negociação da PLR em todos os anos futuros.

Os sindicatos do Coletivo Sindical da Copel estão solidários a essa mobilização e chamam atenção dos copelianos para que acompanhem e se solidarizem também.

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LEMBRANDO:

lembrandoOs sindicatos reúnem-se com a Copel amanhã, dia 28/05. Na pauta, o assunto principal é a apresentação e discussão do PCCS, mas os sindicatos também vão cobrar outras questões, principalmente a negociação pendente da PLR 2015/2016.

Aguardem informações sobre a reunião aqui no blog Coletivo.

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SENADO APROVOU ONTEM RESTRIÇÕES NO DIREITO AO SEGURO-DESEMPREGO

direitosOs direitos sociais dos trabalhadores sofreram uma derrota ontem, dia 26 de maio. O Senado Federal aprovou por 39 votos favoráveis, com 32 votos contrários, a Medida Provisória 665, restringindo o direito ao seguro desemprego e ao abono salarial. Pela nova regra aprovada, o trabalhador só terá direito ao seguro-desemprego caso tenha trabalhado pelo menos 12 meses nos últimos dois anos. Pelas regras ainda em vigência, precisava ter trabalhado por um período de apenas seis meses para ter direito ao benefício.

 Como na votação de ontem no Senado não houve mudanças em relação ao que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, a nova regra agora só depende da sanção da presidente Dilma Rousseff para se tornar uma lei permanente. E isso deve acontecer, uma vez que foi o próprio governo quem editou a medida provisória que agora virou lei, em dezembro de 2014, como parte do chamado “ajuste fiscal” que alegam ser necessário para equilibrar as contas públicas.

 

Hoje e amanhã estará em discussão e votação no Senado também a Medida Provisória 664, que restringe os benefícios de pensão por morte. O governo quer reduzir à metade o valor das pensões por morte, prevendo que o cônjuge receberia apenas 60% do valor da aposentadoria, mais 10% por dependente, até o limite de 100%.

 

O blog Coletivo vai manter os copelianos atualizados sobre as votações. Os sindicatos do Coletivo e o movimento sindical em geral são contrários à redução dos benefícios sociais, que na prática repassam aos trabalhadores os custos da crise nas contas públicas.

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MEDIDAS QUE REDUZEM DIREITOS DOS TRABALHADORES SERÃO VOTADAS ESTA SEMANA NO SENADO

Estão para ser votadas no Senado Federal as Medidas Provisórias (MPs) 665, que muda os critérios de acesso ao seguro desemprego, e 664, que altera os critérios para o acesso à pensão por morte, em ambos os casos diminuindo o alcance destes dois benefícios. As duas medidas provisórias foram editadas pelo governo federal e fazem parte do chamado “ajuste fiscal”, que na prática quer diminuir gastos públicos às custas de restringir direitos sociais e trabalhistas.  Ambas as medidas provisórias já foram aprovadas na Câmara dos Deputados e o governo pressiona para aprová-las rapidamente no Senado, para não perderem o efeito em 1º de junho.

A Medida Provisória (MP) que está em apreciação e deve ser votada primeiro é a 665. Se for aprovada, o trabalhador, que atualmente precisa ter trabalhado seis meses para ter direito ao seguro-desemprego, só terá esse direito se tiver trabalhado pelo menos 12 meses ininterruptos nos 18 meses anteriores à demissão. Essa mesma MP reduz o benefício do abono salarial – que atualmente é pago a quem recebe até dois salários mínimos, e tenha exercido atividade remunerada por pelo menos 30 dias no ano – a quem tenha trabalhado pelo menos três meses para recebimento do benefício, segundo o que foi aprovado pela Câmara, ou a quem tenha trabalhado pelo menos seis meses ao ano, como queria originalmente o governo.

DISPUTA EM TORNO DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

A intenção do governo é votar a MP 665 e logo depois votar a MP 664, que muda critérios para o acesso à pensão por morte. No caso dessa Medida Provisória, a intenção do governo era reduzir à metade o valor das pensões por morte, prevendo que o cônjuge receberia apenas 60% do valor da aposentadoria, mais 10% por dependente, até o limite de 100%. Só que no caso dessa Medida Provisória, o governo sofreu um revés na votação realizada na Câmara dos Deputados, onde esse artigo foi retirado e foi aprovada pelos parlamentares uma emenda que favoreceu os trabalhadores, ao alterar o chamado “fator previdenciário”, que atualmente reduz o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos (nos casos de homens) ou 60 (mulheres), tendo o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria de 35 anos para homens e de 30 para mulheres. No lugar desse fator, os deputados aprovaram uma fórmula pela qual o trabalhador se aposenta com proventos integrais se a soma da idade e do tempo de contribuição resultar 85 anos (mulheres) ou 95 anos (homens).

Se houver mudanças nas votações realizadas no Senado Federal, em relação ao que foi votado na Câmara dos Deputados, as MPs têm que ser novamente apreciadas e votadas pelos deputados.

COLETIVO SINDICAL PEDE AOS COPELIANOS QUE ACOMPANHEM A VOTAÇÃO

cidadaniaO Coletivo Sindical da Copel alerta os trabalhadores para que acompanhem as votações das duas Medidas Provisórias, pois uma intensa disputa, que diz respeito aos direitos trabalhistas, está se dando em torno do assunto. O movimento sindical é contra a redução de direitos, mas é favorável a quebra do fator previdenciário, o que na prática é uma ampliação de direitos. O que os sindicatos defendem é que o ajuste fiscal e o equilíbrio das contas públicas mude de foco e passe a ter como prioridade a regulamentação do imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição Federal. Através desse imposto pode ser realizado um ajuste nas contas públicas com justiça social, repassando o ônus a quem desfruta das grandes fortunas, ao invés de empurrá-lo para as costas do trabalhador. Confira em breve aqui no Blog matéria especial sobre esse assunto.

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CADÊ A NEGOCIAÇÃO DA PLR 2015/2016?

plrO Coletivo Sindical da Copel estará cobrando da Empresa o início das negociações da PLR 2015/2016. Desde a última reunião, ocorrida nos dias 12 e 13 de abril, a Empresa ficou de agendar as reuniões para essa negociação, mas até agora não se pronunciou a respeito.

Os sindicatos entendem que esse adiamento fere o Acordo da PLR, que diz:

“CLÁUSULA SEXTA – Negociação do próximo exercício

As empresas e os sindicatos convencionam a realização de reuniões no mês de fevereiro de 2015 para a negociação da Participação dos Lucros e Resultados referente ao exercício de 2015.”

Um novo esforço pelo início das negociações será tentado pelos sindicatos. Se não houver sucesso, serão tomadas as medidas cabíveis.                                

REUNIÃO COM A COPEL DIS

Outra reunião que ficou de ser agendada pela Empresa para discussão com os sindicatos, e ainda não tem data definida, é com a Diretoria da Copel DIS, para discussão de problemas de gestão e tratamento aos trabalhadores. Os sindicatos já relataram vários casos de abusos de autoridade, negligência com a segurança no trabalho e outros, solicitando uma reunião específica para resolvê-los. Diante da indefinição de uma data, irão reforçar a urgência dessa reunião.

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SINDICATOS REÚNEM-SE COM A COPEL DIA 28/05 PARA DISCUSSÃO DO PCCS

Dia 28 de maio, quinta-feira, os sindicatos reúnem-se com a Copel tendo como assunto o Plano de Cargos e Salários – PCCS, com a expectativa de que, finalmente, a Empresa apresente sua proposta de Plano e abra a discussão relativa a ela com os representantes dos copelianos.

Já se arrasta por mais de três anos a espera de que seja realizada uma revisão no PCCS, com sucessivas cobranças dos sindicatos e dos trabalhadores pela agilidade por parte da Copel. Na reunião quadrimestral de revisão do Acordo Coletivo, realizada em 13 de março deste ano, a Empresa informou que apresentaria aos sindicatos o PCCS até o final daquele mês, mas o fato é que até agora a proposta ainda não é conhecida. Os sindicatos esperam que dia 28 ela finalmente seja discutida.

 O PCCS QUE QUEREMOS:

 ficando de olho– Um PCCS com regras claras para os trabalhadores progredirem na carreira; Continuar lendo

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