SÓ A GREVE GERAL PARA BRECAR A PERDA DOS DIREITOS TRABALHISTAS

greve 2Nenhum trabalhador deve se conformar, nem se iludir: só a mobilização pode brecar a quebra dos direitos previstos na CLT e o fim das aposentadorias. Mais do que nunca, a Greve Geral marcada para o dia 28 de abril, depois de amanhã, precisa colocar multidões nas ruas Brasil afora.

Ontem, 25/04, a Comissão da Reforma Trabalhista da Câmara dos Deputados aprovou o texto do Projeto de Lei 6787/16, que trata da Reforma Trabalhista, por 27 votos favoráveis e apenas 10 contrários. Ou seja, os deputados, o governo e os empresários que patrocinam essa reforma contam com maioria. Só a grande mobilização popular para fazer frente a isso.

O texto aprovado ontem na Comissão da Câmara prevê a modalidade do trabalho intermitente, onde os trabalhadores são pagos por períodos trabalhados, afetando completamente sua previsão de renda e vida familiar. Também abre as portas para a chantagem patronal sobre os trabalhadores, prevendo que acordos coletivos possam negociar condições de trabalho abaixo dos direitos previstos em lei. Retira, inclusive, a necessidade de sindicatos homologarem rescisões de contratos de trabalho, o que tem sido uma forma de evitar que trabalhadores sejam lesados em seus direitos.

Depois da votação na Comissão, o projeto da reforma trabalhista seguirá para votação em plenário, o que pode acontecer hoje, dia 26, ou amanhã, 27. Se for aprovada na Câmara dos Deputados, a reforma trabalhista seguirá depois para votação no Senado.

Os sindicatos do COLETIVO CSEC estão empenhados em trabalhar pelo sucesso da greve geral do dia 28 e pela adesão dos copelianos a ela, participando de reuniões, conversas e panfletagens de rua, juntos com os demais sindicatos de trabalhadores.

Para o COLETIVO CSEC, não é hora de pensar se o dia de trabalho vai ser descontado ou se vai ser reposto depois. A hora é de evitar perdas bem maiores que um dia de salário.

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COLETIVO CSEC QUER OS COPELIANOS NA GREVE GERAL, DIA 28

greveMichel Temer enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Emenda Constitucional – PEC 287, contendo uma proposta de reforma da previdência social que mingua as aposentadorias e vai condenar os brasileiros a trabalhar pela vida toda, correndo risco de nunca se aposentar. Enviou também uma proposta de reforma trabalhista, através do Projeto de Lei 6.787/16, que míngua direitos e garantias legais aos trabalhadores. E já aprovou a terceirização sem limites, que vai precarizar ainda mais os empregos no país.

As centrais sindicais, os sindicatos de trabalhadores e os movimentos sociais estão chamando os trabalhadores brasileiros para a GREVE GERAL, dia 28 de abril, contra a quebre de direitos. O COLETIVO CSEC está firme nessa luta e convoca os copelianos e copelianas a aderirem.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA MÍNGUA AS APOSENTADORIAS

Trabalhar até morrer: A reforma da Previdência quer elevar a idade mínima da aposentadoria de homens e mulheres para 65 anos. Só vai se aposentar aos 65 anos, com o vencimento integral, quem começar a trabalhar aos 16.

Mulheres ainda mais prejudicadas:  As mulheres que trabalham fora de casa e também em casa, terão que trabalhar o mesmo tempo que os homens. Aquelas sem registro serão prejudicadas por não ter tempo de contribuição.

Jovens podem não conseguir aposentar: Um jovem estudante de 18 anos, que se forme com 21 anos na faculdade e só depois comece a trabalhar com registro, só teria aposentadoria aos 70 anos.

Os mais pobres serão mais afetados: Os trabalhadores de menor renda, urbanos ou rurais, que trabalham na informalidade, terão dificuldades em comprovar contribuição e podem não conseguir se aposentar.

 

REFORMA TRABALHISTA MÍNGUA OS DIREITOS

Atualmente, negociações entre patrões e empregados só podem ser feitas para ampliar direitos, nunca para diminuí-los. Com a reforma trabalhista, Michel Temer e os empresários querem que o que for negociado tenha mais força do que os direitos previstos em lei. Isso vai facilitar a pressão patronal sobre os trabalhadores e reduzir direitos garantidos.

A reforma prevê que negociações trabalhistas possam ser feitas sem os sindicatos, com os patrões escalando quem queiram para negociar.

A reforma trabalhista quer ampliar o contrato temporário de 90 dias para 120 dias e quando as empresas quiserem aumentar temporariamente a produção, poderão contratar apenas temporariamente.

A reforma trabalhista cria o trabalho por tempo parcial, permitindo substituir um trabalhador contratado por dois trabalhadores por tempo parcial, com praticamente o mesmo custo.

A reforma trabalhista implanta o trabalho intermitente, onde o trabalhador presta seus serviços por períodos determinados do dia e da semana, desorganizando seus horários e sua vida familiar.

Se a reforma trabalhista for aprovada, ampliará o número de trabalhadores que serão desempregados e contratados com menos direitos.

Vamos reagir agora, que essa é a hora!!

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SINDICATOS E COPEL DISCUTIRAM CONDIÇÕES PARA A PLR

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Olá copelianos (as)

Os sindicatos que representam os trabalhadores da Copel e a Comissão de Negociação da empresa estiveram reunidos ontem, 19/04, em Curitiba, para negociações em torno da PLR, em especial discutindo parâmetros, metas e critérios relacionados ao exercício de 2017, para pagamento em 2018.

PLR 2016:

Em relação a PLR 2016, estamos no aguardo do fechamento dos cálculos e valores pela Diretoria e posterior aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas – AGO. É essa assembleia que oficializa a proposta da PLR, com o montante e os valores, que será depois submetida aos copelianos, em assembleias sindicais.

A AGO acontecerá nos próximos dias e a proposta será detalhadamente divulgada e apresentada, assim que for oficializada.

PLR 2017:

Para a PLR relativa ao ano de 2017, o esforço dos sindicatos e da Comissão de Negociação da Copel é analisar as metas anteriormente aplicadas, evitando aquelas onde fatores externos, como crises ocasionais, que possam impedir que sejam atingidas. As metas estão sendo analisadas no cenário dos últimos anos.

Os sindicatos divulgarão posteriormente os estudos e avaliações que estão sendo realizados, assim que forem concluídos.

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SINDICATOS E COPEL DISCUTEM PLR NESTA QUARTA, 19/04

plrOs sindicatos que representam os copelianos e a empresa reúnem-se no dia 19/04, para discussão da proposta para a PLR 2017. A reunião está prevista para acontecer entre as 9:00 e as 17:00 horas, em Curitiba.

A expectativa dos sindicatos do COLETIVO CSEC é que, enfim, seja possível ter uma visão de como ficará a proposta da Copel para a PLR, com os indicadores e valores previstos podendo ser avaliados pelos trabalhadores.

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CENTRAIS SINDICAIS MARCAM GREVE GERAL NO BRASIL, PARA 28 DE ABRIL

Greve geralEm 15 de março, no Dia Nacional de Paralisação contra a Reforma da Previdência, o país já teve manifestações populares de ponta a ponta.  Agora, várias centrais sindicais, unidas, estão convocando o país para a Greve Geral, no dia 28 de abril, contra a reforma da previdência, as terceirizações e a quebra de direitos. A decisão por convocar a Greve Geral foi tomada em reunião das centrais sindicais, dia 27/03, em São Paulo.

A movimentação dos segmentos sociais contra o ataque aos direitos dos trabalhadores cresce a cada dia.

No dia 03 de fevereiro, a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, juntamente com representantes dos médicos, engenheiros e auditores fiscais, anunciaram posição contrária a reforma da previdência, por acreditar que ela está baseada em fundamentos equivocados e porque atenta contra direitos sociais, desfigurando o sistema de previdência social conquistado pela população brasileira.

No dia 23 de março foi a vez da CNBB – Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, divulgar nota convocando “os cristãos e pessoas de boa vontade” a se mobilizarem contra a reforma de Temer. A nota da CNBB afirma que “nenhuma solução para equilibrar um possível déficit pode prescindir de valores éticos-sociais e solidários” e que “na justificativa da PEC 287/2016 não existe nenhuma referência a esses valores, reduzindo a Previdência a uma questão econômica”, concluindo que “os direitos sociais no Brasil foram conquistados com intensa participação democrática; qualquer ameaça a eles merece imediato repúdio.”

O COLETIVO CSEC chama os eletricitários para se somarem na luta. Ela é contra a sangria nos direitos dos trabalhadores que o governo federal está propondo. E tem que ser agora, quando ainda há como barrar a quebra dos direitos.

Manteremos os copelianos informados do movimento. Acompanhe.

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COLABORE COM A PESQUISA SOBRE AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA COPEL

publi 4Leia as perguntas abaixo e pense o quanto é importante sabermos as respostas dos copeliano para elas:

– Quanto o copeliano fica mobilizado e preocupado em função do trabalho?

– Como está o número de trabalhadores em relação às necessidades do serviço, nas várias áreas?

– Como anda o fornecimento de equipamentos em relação a necessidades do trabalho?

– Há problemas gerados por exigências contínuas por produtividade?

– As metas colocadas pela empresa são coerentes?

– Processos de automação nas atividades estão sendo implantados de maneira correta?

– Com que frequência se intensificam exigências no trabalho?

– O que mais prejudica a saúde no processo de trabalho?

– Com que frequência os trabalhadores sofrem sintomas de stress?

Pensou?

Os sindicatos do COLETIVO CSEC estão promovendo, no âmbito da Copel, a pesquisa “O trabalho do eletricitário”, um levantamento que vai possibilitar aos sindicatos uma amostragem confiável dos problemas relacionados à saúde e segurança do trabalhador copeliano.

Obtendo esses dados concretos, vão estar muito bem embasados os argumentos dos sindicatos, quando forem tratar desses problemas junto à Copel, buscando as melhorias que forem necessárias.

Colabore, respondendo nossa pesquisa. Ela é para todo trabalhador da Copel, independentemente de sua atividade! Não é necessário identificar-se para responder.

Para responder, basta clicar no link abaixo:

Pesquisa: O trabalho do eletricitário

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Dia 04/04 tem reunião entre sindicatos e Copel: negociação quadrimestral, da PLR 2017 e de saúde e segurança

neg 04 04Olá copelianos (as)

Está definida para o dia 04 de abril, terça-feira, a reunião quadrimestral de negociação com a Copel. As reuniões quadrimestrais são previstas no ACT – Acordo Coletivo de Trabalho, visando negociar assuntos pendentes do ACT e outros assuntos importantes para as relações de trabalho.

Nesta reunião, dois outros pontos estarão em pauta: a PLR 2017 e questões relacionadas a saúde e segurança no trabalho.

Veja aqui um apanhado sobre os três temas que estarão em negociação na reunião com a Copel:

PLR 2017:

Nessa reunião serão analisadas as possibilidades de cumprimento das metas previstas para a PLR, já com base nos dados atualizados de balanço da empresa, bem como o andamento da proposta para a PLR junto a CCEE do governo, para posterior avaliação dos copelianos, nas assembleias sindicais.

NEGOCIAÇÃO QUADRIMESTRAL:

Os sindicatos do COLETIVO CSEC formularam uma pauta de assuntos para a negociação com a Copel, coletando sugestões dos trabalhadores em suas bases. Os pontos apresentados pelo CSEC são os seguintes:

1– Sistema Otimizador: Avaliar uma forma para que as questões climáticas sejam consideradas no sistema.

2– Substituição de Frota – Terceirização e Manutenção de Veículos: encaminhamento aos Sindicatos da lista desses serviços, para conhecimento e avaliação pelos empregados.

3– Apontamento de H. Extras / Início da Jornada: reavaliação dessa situação pela Copel, incluindo, se necessário, parecer da DRI sobre o assunto.

4– Sobreaviso: estudo, pela DIS, do número de empregados que estão sendo periodicamente chamados fora das escalas, para avaliar o redimensionamento delas.

5 – Atuação do Serviço Social: apresentação pela Copel, na reunião, do papel e da atuação do Serviço Social na Empresa, para avaliação pelos sindicatos.

6 – Reflexos do DSR sobre o Sobreaviso: apresentação de parecer do jurídico sobre procedimentos relativos ao sobreaviso.

7 – Diárias de Alimentação: apresentação, pela Copel, de levantamento sobre valores relativos a alimentação para avaliação junto aos Sindicatos

8 – Revisão do estatuto da Fundação Copel, assunto demandado pelos sindicatos visando  ampliar a eleição democrática dos componentes da direção pelos participantes.

9 – Reembolso de gastos com óculos.

SAÚDE E SEGURANÇA:

Os pontos elencados pelos sindicatos em relação a esse tema, são:

1– Gestão de Contrato de Terceiros: repasse, aos sindicatos, de relatório sobre os contratos.

2– Comunicação VHF – Região de Londrina: repasse, aos sindicatos, de andamento dos processos relativos a esse assunto.

3– NR-10 Trabalho Individual: relato, aos sindicatos, sobre reuniões com os Superintendes para identificar a que efetivamente ocorre nas localidades.

4– Emissão PPP: medidas para sanear a demora nas emissões de PPPs e manutenção do contido no descritivo de função do empregado quando o mesmo está exposto ao SEP, permanentemente ou intermitentemente.

5– Reciclagem dos eletricistas da Linha Viva, que deveriam ser bianuais, mas estão atrasadas.

6– Manutenção dos equipamentos hidráulicos dos veículos da Empresa, pois há informação de ter sido alterado o calendário de manutenção, colocando assim em risco os empregados.

7– Custeio do exame toxicológico, conforme regulamentado no Código de trânsito Brasileiro CTB, quando da renovação da CNH para os empregados credenciados.

8– Exames Periódicos, conforme pendências da última reunião de segurança, cujos problemas foram relacionados pelos sindicatos:

  • empregados sendo obrigados a pagar pelo plano de saúde e exames complementares exigidos pelos médicos na primeira fase do periódico (para emissão do laudo);
  • a ausência de diferenciação entre as guias de periódico e as guias normais, gerando dúvidas sobre se o empregado não está pagando por exames que fazem parte do periódico obrigatório por lei;
  • glosas em remédios, gerando constrangimento aos empregados quando informam na farmácia que estão comprando o medicamento pela FC;
  • Em Foz do Iguaçu como os médicos ortopedistas não estavam dando o laudo sem a realização de exames complementares, a FC passou a direcionar as consultas dos periódicos a um único ortopedista, que dá o laudo sem os exames.
  • Solicitação para que a FC esteja presente na reunião, para dirimir diversas dúvidas que são levadas pelos empregados às entidades sindicais e discussão de melhoria da comunicação dos procedimentos de periódico aos empregados, inclusive com a verificação de possíveis mudanças na correspondência que é encaminhada pela FC.

Manteremos todos informados. Acompanhe aqui!

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