VALORES DE NOSSA COMUNICAÇÃO:

– Compromisso com a ASSUNÇÃO CULTURAL do leitor/trabalhador: o educador Paulo Freire definiu assunção cultural como o desenvolvimento, pelo indivíduo, da própria capacidade de avaliar, tomar decisões e assumir responsabilidades por suas opiniões. Para ele, isso significava um investimento no agir pensado. Esse investimento só é possível se houver boas informações para embasar e mediar as decisões. O papel de nossa comunicação é oferecer essas informações e proporcionar um debate maduro entre os trabalhadores, elevando a qualidade das opiniões e o compromisso na tomada das decisões coletivas;

– CLAREZA: as informações serão tratadas com clareza, de modo que sejam entendidas por todos os leitores. Os termos mais técnicos ou palavras menos conhecidas que forem utilizadas devem ser acompanhadas de explicações que não deixem dúvidas sobre o que significam;

 – CONFIABILIDADE: as informações serão tratadas com correção, de modo que sua validade esteja alicerçada em fatos e dados;

 – SENSO DE COMUNIDADE: colocar a informação à serviço da coletividade dos trabalhadores, incentivando a solidariedade como responsabilidade mútua ativa que os trabalhadores devem ter na defesa de seus direitos e reivindicações, criando uma cultura comum de luta e uma cultura de comunhão do trabalhador com o sindicato;

 – DIÁLOGO SOBRE PERSPECTIVAS: sabendo que as pessoas têm pontos de vista diferentes, nossa comunicação trabalhará pelo respeito e pela busca de um consenso lastreado em informações confiáveis e na maturidade de avaliação sobre elas. A boa informação favorece a categoria no momento de tomar decisões conjuntas. Desse modo, vamos tratar com atenção as críticas e questionamentos, manifestados pelos leitores. Nas redes de comunicação atuais as pessoas devem se sentir respeitadas e atendidas, mesmo quando em situação de discordância.

EIXOS DE EDIÇÃO:

– É fundamental oferecer aos trabalhadores informações que recomponham o todo em que estamos envolvidos, acompanhando a dinâmica da realidade nacional com dados, avaliações e estudos que contestem as versões governamentais, empresariais e midiáticas ligadas a seus interesses;

– Essas informações sindicais devem ser baseadas em fontes confiáveis, que possam ser checadas, de modo que o trabalhador não leia as informações como se não merecessem confiança;

– As matérias devem ser demonstrativas, mais do que discursivas. A avaliação e a crítica necessárias devem estar na própria maneira de relacionar fatos e dados;

– A comunicação deve contribuir para que a democracia se estenda ao mundo do trabalho: que o trabalhador possa defender seu reconhecimento profissional; ter um ambiente de trabalho onde seja respeitado; que tenha sua saúde e segurança garantidos; tenha condições de salário e benefícios que contribuam para o bem-estar físico, emocional, familiar e social; tenha condições educacionais e ter condições dignas de aposentadoria;

– Há uma avalanche de medidas que ferem direitos trabalhistas conquistados ao longo de muitas décadas no país. As informações disponibilizadas pelos grandes meios sobre elas sonegam dados e avaliações que contestem as teses do governo e os interesses empresariais.

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