REFORMA TRABALHISTA ESTÁ AGORA NO SENADO, COMO PLC 38/17

Embora o Projeto de Lei PL 6.787/16, que trata da Reforma Trabalhista, tenha sido aprovado pela Câmara dos Deputados em 26/04, é muito importante que todo trabalhador saiba que ela ainda não está aprovada e que a luta contra ela prossegue.

Agora a reforma vai ser analisada e votada no Senado Federal. Lá, tramita como Projeto de Lei da Câmara – PLC 38/17. Antes de ser votado em plenário no Senado, o PLC 38/17 deverá ser analisado na Comissão de Assuntos Econômicos e na de Assuntos Sociais. Os senadores governistas, que defendem a reforma, querem votar o projeto em cerca de 30 dias.

Porém, senadores de oposição ao governo querem também discutir o projeto nas comissões de Constituição e Justiça, de Direitos Humanos e de Legislação Participativa, para que somente depois de debatido sobre todos os ângulos seja apreciado e votado em plenário. Assim, o movimento sindical também ganha tempo para combater a reforma nas ruas.

Representantes das centrais sindicais estão em Brasília nesta quarta-feira, 03/05, reunindo-se com senadores, no sentido de evitar a quebra de direitos dos trabalhadores. Na quinta, 05/05, os dirigentes das centrais reúnem-se para definir uma nova agenda de lutas contra a reforma trabalhista e a reforma previdenciária. Uma das propostas é realizar nova greve geral no país. Outra é organizar uma grande marcha de trabalhadores para Brasília, juntando pelo menos 100 mil pessoas.

 

SENADO ABRIU CONSULTA PÚBLICA: VOTE “NÃO”!

NÃO 2O Senado Federal abriu sistema de consulta pública, pelo qual o cidadão pode votar se concorda ou discorda do projeto de reforma trabalhista. Quem vota SIM está se mostrando favorável à reforma e quem vota NÃO está se manifestando contrário a ela.

O movimento sindical está convocando os trabalhadores brasileiros a deixar lá sua posição, com uma avalanche de NÃO.

Para votar, basta acessar o link:  Vote aqui NÃO à reforma:

VALE LEMBRAR:

– A reforma trabalhista abre as portas para a chantagem patronal sobre os trabalhadores, prevendo que acordos coletivos possam negociar condições de trabalho abaixo dos direitos previstos em lei.

– Ela prevê a modalidade do trabalho intermitente, onde os trabalhadores são pagos por períodos trabalhados, afetando completamente sua previsão de renda e vida familiar;

– Retira a necessidade de sindicatos homologarem rescisões de contratos de trabalho, o que tem sido uma forma de evitar que trabalhadores sejam lesados em seus direitos.

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