COLETIVO CSEC QUER OS COPELIANOS NA PARALISAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

ilus 3Dia 15 de março, próxima quarta-feira, tem Dia Nacional de Paralisação contra a Reforma da Previdência e também contra a quebra de direitos trabalhistas, propostos pelo governo Temer. O movimento é organizado por TODAS as centrais sindicais, com apoio dos movimentos sociais urbanos e rurais.

No Paraná, nas principais cidades o movimento se organiza para contar com adesão dos trabalhadores e da população, com participação ativa dos sindicatos do COLETIVO CSEC, que representam trabalhadores da Copel.

Em Curitiba, o dia de paralisação começa com manifestação na Praça Santos Andrade, logo no início do dia, as 9h. Professores, servidores e trabalhadores do transporte coletivo prometem engrossar o movimento.

Em Londrina, uma intersindical com mais de 12 entidades sindicais, ligadas a diferentes centrais sindicais, está organizando o movimento e a concentração da manifestação começa às 9 horas na Concha Acústica, no miolo da área central.

Em Maringá, onde no dia 08 de Março já houve manifestação em frente ao prédio da previdência com cerca de 5000 participantes, a proposta do movimento será ocupar a Avenida Colombo, uma das principais da cidade. Nas demais cidades-polo os sindicatos também organizam manifestações.

reunião londrina

COLETIVO CSEC reunido na sede do Sindel, em Londrina, na manhã de 13/03, define ações para a luta contra a reforma da previdência

Os sindicatos do COLETIVO CSEC, em reunião realizada em Londrina na manhã dessa segunda, 13/03, avaliaram o andamento da mobilização e organizaram a ação para ampliar a convocação aos copeliano.

Os sindicatos chamam atenção dos eletricitários paranaenses para se somarem à luta, já que a reforma da previdência e a reforma trabalhista vão atingir aos trabalhadores indistintamente, se forem aprovadas.

Os sindicatos do COLETIVO CSEC alertam que essa luta não é contra a empresa. É contra a sangria nos direitos dos trabalhadores, que o governo federal está propondo. Mas tem que ser agora, quando ainda se pode influenciar a votação no Congresso Nacional.

ENTENDA OS MOTIVOS DA PARALISAÇÃO:

A Reforma da Previdência, proposta pelo governo Temer através de Projeto de Emenda Constitucional – PEC 287, ataca os direitos de aposentadoria e prevê que o trabalhador trabalhe por 49 se quiser aposentadoria integral, iguala a aposentadoria de homens e mulheres e extingue a aposentadoria sem contribuição para o trabalhador rural e a aposentadoria especial de professores, entre outros malefícios.

A Reforma Trabalhista, proposta pelo governo Temer através do Projeto de Lei 6.787/16, abre a possibilidade de pressão patronal sobre os trabalhadores para reduzir direitos garantidos. Permite que o que for negociado tenha mais valor legal do que o que está previsto em lei. Atualmente, negociações só podem ser feitas para ampliar direitos, nunca para diminuí-los.

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