Dieese aponta riscos para eletricitários em futuras renovações de concessões do setor

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Clique na imagem para ler e baixar o Boletim

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) lançou o terceiro número do Boletim do Setor Elétrico em 2013.

“O objetivo desta edição é tratar dos possíveis efeitos dessa renovação sobre os trabalhadores do setor elétrico, que atuam nas concessões no segmento de distribuição, que é justamente onde se concentra a maior parte da força de trabalho do setor”, explicam os técnicos do Dieese na abertura do volume, que você pode baixar clicando aqui ou na imagem ao lado.

No Boletim, o Dieese avalia que a decisão do governo federal de renovar as concessões de energia elétrica que venceriam até 2017 teve reflexos importantes para os trabalhadores do setor – o que inclui a nós, empregados da Copel.

“As consequências não ficaram restritas apenas às empresas, que tiveram que tomar a decisão entre renovar a atual concessão ou concluir o período da concessão definido no contrato original, mas alcançaram todas as empresas do setor, que passaram a conhecer as condições em que esse processo ocorrerá nos vencimentos futuros, ainda que estes estejam distantes”, avalia o Dieese.

“A indefinição quanto à renovação das concessões no segmento de distribuição deixa em
dúvida o futuro de importante contingente de trabalhadores do setor. A exigência de condições mais rigorosas que as atuais regras regulatórias pelo poder concedente pode ampliar ainda mais a tendência à precarização das condições de trabalho e, em alguns casos, inviabilizar a própria renovação”, alerta.

“Nesse caso, haveria exigência de uma licitação para definir um novo concessionário, e o
escolhido não será responsável pela força de trabalho do concessionário anterior, já que a licitação seria exclusiva dos ativos. Assim, a insegurança pairaria sobre todos os trabalhadores que atuam na atual concessão. Em resumo, uma decisão importante, que envolve o futuro de tantos trabalhadores, não pode prescindir de uma avaliação mais ampla sobre todas as consequências quanto à renovação ou não das concessões”, conclui o Dieese.

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