Sindel alerta trabalhadores sobre assédio da Copel; MPT será acionado

O Sindel alerta os copelianos para não assinarem o “Termo de Alteração de Contrato de Trabalho” que estabelece uma jornada diferenciada. Trata-se de uma medida ilegal e arbitrária da empresa, que só traria prejuízos aos empregados.

Mais que isso, trata-se de assédio moral, e por isso o Sindel irá denunciar o caso ao Ministério Público do Trabalho (MPT). “Em caso de dúvidas ou de pressões de gerentes para que assinem o termo, os trabalhadores devem comunicar e pedir auxílio ao sindicato”, diz o presidente do Sindel, Paulo Sérgio Rodrigues.

Reiteramos: de forma alguma os copelianos devem assinar o termo, o que pode trazer prejuízos irreversíveis.

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13 respostas para Sindel alerta trabalhadores sobre assédio da Copel; MPT será acionado

  1. gerenteAg disse:

    que tipo de prejuizo ira trazer aos empregados??

    • bucaneroxhpi disse:

      Realmente, o que um simples eletricista teria para fazer a noite junto a família, o que teria para participar na educação e crescimento dos filhos? Vida social, será que alguém que trepa em poste precisa? E o sábado quando muitos estão passeando com a família, praticando seu esporte preferido com amigos, ou em uma festa em família ou amigos, será que os eletricistas não tem este direito. Náo precisa ter muita imaginação para descobrir os prejuízos irreparáveis que terão !!!!

  2. joker2013 disse:

    Ué… onde estava o sindicado quando o pessoal do extinto call-center foi praticamente “obrigado” a mudar de área e assinar o tal termo ao mudar a carga horária de 6 para 8 horas?

    • bucaneroxhpi disse:

      Com certeza não estava em momento algum, obrigando com a faça no pescoço, alguém a assinar. Aliás , pelo contrário, em reunião no sindicato com a participação do nosso jurídico, no qual só alguns interessados participaram , foi aconselhado a não assinar a alteração de contrato. Alguns fizeram acordo para ser demitido, outros aceitaram a mudança, e outros que assinam o que o chefe manda agora quer achar um culpado. Tenha dó, para com isso !!!!

  3. Acredito que o sindicato deva pelo menos esclarecer mais as situacao aos copelianos , e ter realmente uma postura de ir até os copelianos com reunioes presenciais , porque virtualmente fica dificil , pois nem todos tem acesso rapido a essas informacoes e interpretacoes erradas distorcem os fatos .

  4. A conquista da compensação de 1 hora por 1, já vai fazer a diferença, a partir de ontem as primeiras 16 horas extras executadas vão para compensar os dias 23 e 30. Na próxima vamos pensar antes de votar, só o cala a boca não resolve os problemas, neste caso esta provado que cria mais problemas.

    • bucaneroxhpi disse:

      Está compensação de 1 por 1 para emendar feriado, já existe desde 1983, quando entrei na Copel. Não misture as coisas, está bem claro no acordo..

      • acho que quem esta misturando as coisas é o senhor, pois o notes fala bem claro que ate 31.10.2013, a compensação era de 1 por 1,5 mas a partir de 01.11.2013, conforme acordo firmado entre a empresa e o coletivo, a compensação passa a ser 1 por 1 e 1 por 1,5 em caso de horas acrescidas de 100%.

  5. E a questão do sobreaviso, ouvi dizer que íamos receber integral, o que há de verdade neste comentário.

  6. bucaneroxhpi disse:

    Leia a cláusula 24 e depois a 25, que trata da compensação, não mudou nada, o texto é o mesmo do ano passado. Acredito que quem tem horas, ao invés de trabalhar 1 hora a mais por dia, pode pagar a folga a folga de dois dias com as 16 hs que fizer ou tiver. Se fosse assim , quem não faz hora extra não poderia emendar o feriado.

  7. bucaneroxhpi disse:

    CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA – COMPENSAÇÃO DO EXPEDIENTE MEDIANTE FOLGA:
    Fica acordado que as Empresas poderão instituir, por meio de documento interno próprio, compensação de dias úteis entre final de semana e feriado ou, ainda, em datas especiais, com acréscimo de jornada em outros dias, definido no documento interno. Os acréscimos de jornada não serão computados, em qualquer hipótese, como hora extraordinária.

    CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA – COMPENSAÇÃO DE HORAS EXTRAORDINÁRIAS E DE SOBREAVISO, MEDIANTE ACORDO INDIVIDUAL:
    Fica pactuado que as empresas manterão, com fundamento no artigo 7º, incisos XIII e XXVI, da Constituição Federal e Súmula nº 85/TST, sistema de compensação de horas extraordinárias e de sobreaviso, por folga em outro dia, exclusivamente a pedido do empregado, por escrito.

    Parágrafo Primeiro – Da ausência/folga mediante compensação de horas extraordinárias e de sobreaviso, previamente realizadas:
    a) O empregado que registra a frequência, poderá, a seu pedido e por escrito, compensar mediante folga as horas extraordinárias e de sobreaviso previamente realizadas no mês;
    b) A manifestação do empregado pela destinação de horas extraordinárias e/ou de sobreaviso, previamente realizadas, para futura compensação com folga, ocorrerá mediante emissão de documento próprio no Sistema, com sua chave e senha individuais;
    c) O prazo para compensação do expediente mediante folga é de 06 meses contados a partir do mês seguinte ao da realização da hora extraordinária ou de sobreaviso;
    d) Caberá ao empregado ajustar com a gerência a(s) data(s) e período(s) da ausência para a compensação, de forma a compatibilizar os seus interesses e o desenvolvimento das atividades da área, através do preenchimento do Formulário – Compensação/Ausência Abonada;
    e) A paridade para a compensação será de uma hora extraordinária por uma hora e meia compensada com folga ou de três horas de sobreaviso por uma hora e compensada com folga;
    f) As horas extraordinárias ou de sobreaviso destinadas à compensação e não compensadas com folga pelo empregado, serão pagas no mês subsequente ao prazo estipulado na alínea “c”.
    Parágrafo Segundo – Da ausência abonada mediante reposição de horas extraordinárias e/ou de sobreaviso:
    a) O empregado que registra a frequência, poderá, a seu pedido e por escrito, ausentar-se do trabalho mediante a reposição com horas extraordinárias e/ou de sobreaviso;
    b) Caberá ao empregado ajustar com a gerência a(s) data(s) e período(s) da ausência, de forma a compatibilizar os seus interesses e o desenvolvimento das atividades da área, através do preenchimento do Formulário – Compensação/Ausência Abonada;
    c) O prazo para reposição da ausência abonada é de 06 meses contados a partir do mês seguinte ao da ausência;
    d) A paridade para a reposição será de uma hora de trabalho por uma hora de ausência ou de três horas de sobreaviso por uma hora de ausência;
    e) A partir do mês do registro da ausência abonada, todas as horas extraordinárias e/ou de sobreaviso, serão obrigatoriamente destinadas à reposição da ausência, até a quitação do saldo devedor;
    f) A reposição das horas ocorrerá, mensalmente, obedecendo a seguinte ordem de prioridade: horas de sobreaviso, horas extras e horas dobradas, até a quitação do saldo devedor;
    g) As horas não repostas pelo empregado serão descontadas no mês subsequente ao prazo estipulado na alínea “c”.

    Parágrafo Terceiro:
    A paridade de horas para reposição de ausência, estabelecida na alínea “d” do parágrafo segundo, vigorará a partir da frequência do mês de novembro de 2013.

  8. copalhaço disse:

    esse ACT foi meio obscuro, quando vão colocar no link documentos importantes o documento do acordo desse ano?

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